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Dow sobe 3%, melhor dia desde abril de 2025, com queda de 8% do petróleo

Brent e WTI recuaram cerca de 8% na quarta; o Brent caía quase 20% na semana, rumo à maior baixa semanal desde abril de 2020.

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Foto: Cnbc
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05/11 às 09:00, atualizado 11:58

Pontos principais

  • O Dow subiu 1.569,40 pontos em 4 de novembro, ou 3,03%, para 53.356,12, seu melhor dia desde 9 de abril de 2025.
  • O S&P 500 subiu 1,58%, para 7.688,62, e o Nasdaq Composite, 1,44%, para 25.736,51.
  • O WTI, contrato de dezembro na NYMEX, fechou a US$ 88,12 o barril na quarta, queda de 8,3% sobre os US$ 96,09 da terça e de 15,4% desde 30 de outubro, segundo a CME Group.
  • O Brent voltou a US$ 96,15 na quinta-feira, alta de 1,6%; a Eurasia Group reduziu a chance de novos ataques dos EUA ao Irã de 65% para 60% e a de acordo, de 20% para 10%.
  • O JPMorgan estima que o mercado de petróleo voltou a ter excedente de 1,1 milhão de barris por dia em setembro e de 1,4 milhão em outubro.
  • O juro do Treasury de 10 anos caiu 7,4 pontos-base, a 4,888%, e o mercado ainda via 81% de chance de alta de 25 pontos-base do Fed em 8 e 9 de dezembro.
  • A ADP informou que empresas privadas criaram 86.000 vagas em outubro, acima da estimativa de 75.000.
  • A Microsoft subiu 6,7% e a Amazon, 6,1%, enquanto Hut 8 caiu 23%, IREN, 11% e Core Scientific, 10%, com temor de regulação mais dura para IA.

A alta veio no dia seguinte à vitória democrata no Congresso, com apostas de que a guerra no Irã pode terminar. Energia foi o pior setor do S&P 500, com queda de 4,8%, enquanto consumo discricionário subiu cerca de 4,3%.

A eleição também mexeu com setores específicos. Ações de planos de saúde e hospitais subiram com a especulação de que um Congresso democrata possa reverter cortes no Medicaid: a Centene ganhou mais de 12% e a HCA Healthcare, mais de 10%. Já as empresas ligadas a data centers caíram.

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