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Dasa registra lucro líquido de R$ 173 milhões no terceiro trimestre de 2026

A Dasa reportou lucro líquido de R$ 173 milhões no terceiro trimestre de 2026, alta de 78,7% sobre um ano antes, impulsionado sobretudo pela menor despesa financeira.

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Foto: InvestNews
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05/11 às 20:15, atualizado 06/11 às 08:01

Pontos principais

  • Lucro líquido de R$ 173 milhões no 3T26, ante R$ 97 milhões no 3T25 (+78,7%).
  • No escopo atual, o lucro cresce 120% sobre R$ 79 milhões, base que a Dasa estima para o 3T25.
  • Despesa financeira líquida de R$ 220 milhões, ante R$ 363 milhões no 3T25 no escopo atual.
  • Receita bruta consolidada de R$ 2,6 bilhões, queda de 9%, ou alta de 8% em escopo comparável.
  • Diagnósticos Nacional com receita bruta de R$ 2,4 bilhões, alta de 8%.
  • Margem bruta consolidada de 31,9%, com queda de 1,9 ponto percentual.
  • Ebitda consolidado de R$ 640 milhões, com margem de 26,6%; sem a equivalência patrimonial da Rede Américas, R$ 617 milhões.
  • Geração operacional de caixa de R$ 456 milhões e geração de caixa livre de R$ 369 milhões no trimestre.
  • Dívida líquida financeira de R$ 5,4 bilhões, queda de 18% em um ano, com alavancagem de 2,76 vezes.
  • Núcleo Técnico Operacional de Brasília inaugurado, com capacidade inicial de 2,4 milhões de exames por mês.

A Dasa, grupo brasileiro de medicina diagnóstica, reportou lucro líquido de R$ 173 milhões no terceiro trimestre de 2026. A melhora veio sobretudo do resultado financeiro: a despesa financeira líquida caiu para R$ 220 milhões, ante R$ 363 milhões um ano antes no escopo atual, e a Dasa atribui o recuo à menor dívida média, à marcação a mercado de instrumentos de proteção e à queda da taxa de juros.

A receita bruta consolidada somou R$ 2,6 bilhões, queda de 9% pela desconsolidação da Ímpar, decorrente da formação da Rede Américas, e pelos desinvestimentos concluídos em 2025; no escopo comparável, cresceu 8%. A margem bruta consolidada, de 31,9%, caiu 1,9 ponto percentual, e a Dasa atribui a queda principalmente a realocações contábeis entre custos e despesas.

Sem a equivalência patrimonial da Rede Américas, o Ebitda foi de R$ 617 milhões, alta de 4,7% no escopo atual. Já a dívida líquida financeira recuou 18% em um ano, para R$ 5,4 bilhões, com alavancagem de 2,76 vezes sobre o Ebitda.

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