Dasa registra lucro líquido de R$ 173 milhões no terceiro trimestre de 2026
A Dasa reportou lucro líquido de R$ 173 milhões no terceiro trimestre de 2026, alta de 78,7% sobre um ano antes, impulsionado sobretudo pela menor despesa financeira.
Pontos principais
- Lucro líquido de R$ 173 milhões no 3T26, ante R$ 97 milhões no 3T25 (+78,7%).
- No escopo atual, o lucro cresce 120% sobre R$ 79 milhões, base que a Dasa estima para o 3T25.
- Despesa financeira líquida de R$ 220 milhões, ante R$ 363 milhões no 3T25 no escopo atual.
- Receita bruta consolidada de R$ 2,6 bilhões, queda de 9%, ou alta de 8% em escopo comparável.
- Diagnósticos Nacional com receita bruta de R$ 2,4 bilhões, alta de 8%.
- Margem bruta consolidada de 31,9%, com queda de 1,9 ponto percentual.
- Ebitda consolidado de R$ 640 milhões, com margem de 26,6%; sem a equivalência patrimonial da Rede Américas, R$ 617 milhões.
- Geração operacional de caixa de R$ 456 milhões e geração de caixa livre de R$ 369 milhões no trimestre.
- Dívida líquida financeira de R$ 5,4 bilhões, queda de 18% em um ano, com alavancagem de 2,76 vezes.
- Núcleo Técnico Operacional de Brasília inaugurado, com capacidade inicial de 2,4 milhões de exames por mês.
A Dasa, grupo brasileiro de medicina diagnóstica, reportou lucro líquido de R$ 173 milhões no terceiro trimestre de 2026. A melhora veio sobretudo do resultado financeiro: a despesa financeira líquida caiu para R$ 220 milhões, ante R$ 363 milhões um ano antes no escopo atual, e a Dasa atribui o recuo à menor dívida média, à marcação a mercado de instrumentos de proteção e à queda da taxa de juros.
A receita bruta consolidada somou R$ 2,6 bilhões, queda de 9% pela desconsolidação da Ímpar, decorrente da formação da Rede Américas, e pelos desinvestimentos concluídos em 2025; no escopo comparável, cresceu 8%. A margem bruta consolidada, de 31,9%, caiu 1,9 ponto percentual, e a Dasa atribui a queda principalmente a realocações contábeis entre custos e despesas.
Sem a equivalência patrimonial da Rede Américas, o Ebitda foi de R$ 617 milhões, alta de 4,7% no escopo atual. Já a dívida líquida financeira recuou 18% em um ano, para R$ 5,4 bilhões, com alavancagem de 2,76 vezes sobre o Ebitda.
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