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Anthropic integra contas bancárias ao Claude para análise de gastos

A Anthropic lançou em beta, nos EUA, o Personal Finance no Claude, que conecta contas bancárias e de cartão via Plaid com acesso somente leitura para analisar gastos.

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Foto: TechCrunch
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05/11 às 15:31, atualizado 15:45

Pontos principais

  • Conexão via Plaid: o usuário entra na própria conta pelo Plaid e aprova o acesso somente leitura; a Anthropic diz que o Claude não recebe a senha do banco.
  • Para as contas escolhidas, o Claude vê nome do banco, nome e tipo de cada conta, últimos quatro dígitos, saldos, limites de crédito e até dois anos de transações.
  • Acesso somente leitura: a ferramenta não move, gerencia nem investe o dinheiro e não é feita para dar recomendações de investimento, segundo a Anthropic.
  • Ao perguntar se há algo fora do normal, o Claude pode apontar cobranças duplicadas, taxas inesperadas e contas que subiram ao longo do ano.
  • Conversas no hub de Personal Finance não são usadas para treinar modelos; fora dele, valem as configurações de privacidade do usuário.
  • Sem anúncios nem recomendações patrocinadas; a Anthropic diz que não oferece cartões, empréstimos ou contas poupança próprios.
  • A empresa avisa que o Claude pode errar nas respostas e pede que valores importantes sejam conferidos com o banco.
  • O usuário pode desvincular uma conta a qualquer momento, e o Claude deixa de ver os dados dela.
  • Beta a partir desta semana, somente para os planos Pro, Max e Ultra nos Estados Unidos.

A Anthropic lançou o Personal Finance, funcionalidade do chatbot Claude para perguntar sobre as próprias finanças, em linguagem natural, a partir de contas bancárias e de cartão conectadas. Segundo a empresa, a ferramenta explica termos como APR e pode montar gráficos semanais, calendários de vencimentos e painéis que o usuário continua ajustando na conversa.

A empresa descreve o recurso como um primeiro passo. Para decisões financeiras maiores, diz que prefere ver o Claude atuando junto de profissionais licenciados e instituições reguladas, mas ainda não definiu como fazer isso, e convida bancos, gestoras e outras empresas do setor a ajudar a moldar a proposta.

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