Startup Brava Security capta US$ 15 milhões em rodada seed
A Brava Security saiu do modo stealth com uma rodada seed de US$ 15 milhões para financiar sua plataforma de detecção de ameaças com agentes de IA e a expansão na América do Norte.
Pontos principais
- A rodada seed de US$ 15 milhões foi liderada pela F2 Venture Capital e pela Pitango, com investidores-anjo entre eles executivos da Anthropic, da Microsoft e da Check Point.
- Segundo a Brava, a plataforma gera a telemetria que um ataque deixaria no ambiente do cliente, sem executar o ataque, e testa se as regras de detecção a capturariam.
- A plataforma se conecta ao Splunk, ao Google SecOps, ao CrowdStrike e a mais de 70 outras fontes e destinos de dados.
- A Brava afirma que processa 2,4 trilhões de eventos por dia em ambientes de clientes e que reduziu em 65% a 85% o custo de SIEM dos clientes.
- Fundada em 2024 por Idan Basre, ex-líder de gestão de produto do Microsoft Defender, e Itay Gabbay, a empresa vai aplicar o capital em tecnologia e na expansão na América do Norte, em serviços financeiros, governo e energia.
A Brava apresenta a tecnologia como uma etapa anterior à automação de SOCs: antes de pôr agentes de IA para decidir, diz a empresa, é preciso confirmar que a infraestrutura de segurança enxerga as ameaças que deveria detectar. O CEO, Idan Basre, afirma que não se pode automatizar uma decisão com base em evidências que ninguém comprovou.
O problema, segundo a empresa, são lacunas de detecção: logs que não são coletados, pipelines de dados que quebram sem ninguém perceber e regras que deixam passar ataques. A plataforma funciona ao lado do SIEM que o cliente já usa, sem exigir a troca de ferramentas. A empresa diz atender clientes da Fortune 100 nos setores de varejo, energia e hospitalidade.
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