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Banco central da China reduz juros de reempréstimo para recompra de ações

O Banco Popular da China cortou o juro do reempréstimo para recompra de ações, e os bancos já pediram cotas acima de 200 bilhões de yuans.

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04/11 às 00:45, atualizado 11:15

Pontos principais

  • O Banco Popular da China reduziu em 0,25 ponto percentual, para 1%, a taxa do reempréstimo para recompra e aumento de participação acionária, válida desde 4 de novembro de 2026.
  • Podem tomar o crédito 21 bancos nacionais e cinco bancos comerciais de cidades de importância sistêmica, com cobertura de 100% e prazo de um ano, renovável.
  • Os bancos podem acrescentar um spread razoável à taxa e definir prazo e juros dos empréstimos a companhias listadas e a seus acionistas controladores.
  • Após a reunião de 2 de novembro sobre o tema, os bancos pediram cotas de mais de 200 bilhões de yuans, e o banco central diz que vai atender integralmente essa demanda.
  • O banco central diz que a medida busca manter a operação estável do mercado de capitais.
  • Fundos estatais aumentaram a compra de ativos seguindo orientações governamentais.
  • Empresas chinesas ampliaram seus planos de recompra de ações.
  • ETFs utilizados pelo governo para sustentar o mercado registraram o segundo maior volume de entradas líquidas da história.

O Banco Popular da China diz que a medida busca manter a operação estável do mercado de capitais. O crédito é um reempréstimo: o recurso se destina a recompras de ações e a aumentos de participação acionária, e os bancos podem somar um spread à taxa e definir prazos e juros.

O banco central afirmou que seguirá atendendo integralmente a demanda e ajudando os bancos a conectar o financiamento a companhias listadas e a seus acionistas controladores. Enquanto isso, fundos estatais ampliaram as compras, atendendo a um chamado do governo, e os ETFs que Pequim costuma usar para sustentar o mercado tiveram o segundo maior volume de entradas líquidas já documentado.

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