Likud acusa procuradora-geral de obstruir investigações eleitorais
O Likud, partido de Benjamin Netanyahu, acusa a procuradora-geral de Israel, Gali Baharav-Miara, de encobrir e atrasar a investigação de interferência estrangeira nas eleições e exige que o Shin Bet possa investigar parlamentares árabes e seus assessores.
Pontos principais
- A acusação atinge a procuradora-geral de Israel, Gali Baharav-Miara, e se refere à chamada 'contaminação das eleições' por elementos estrangeiros.
- Segundo o partido, com base em publicações, a procuradora estende sem autoridade a imunidade de deputados também aos assessores parlamentares.
- O Likud se soma à exigência da organização Lavi para que a procuradoria pare de atar as mãos do Shin Bet e permita investigar deputados de partidos árabes e seus assessores.
- O partido cita o juiz Solberg, que disse que as suspeitas de financiamento e de influência sobre as eleições são graves.
- O Likud afirma que o deputado Liberman revelou informações sobre fontes de financiamento na Autoridade Palestina.
- O partido diz que ainda há uma tentativa 'descarada' de fazer a investigação desaparecer e conclui que isso 'não pode acontecer'.
O Likud, partido do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, pediu que a procuradora-geral de Israel, Gali Baharav-Miara, interrompa o que classifica como obstrução de uma investigação sobre interferência estrangeira nas eleições israelenses. Um dos pontos da queixa é a imunidade parlamentar, que, segundo o partido, impede o Shin Bet de investigar deputados de partidos árabes e seus assessores.
Para sustentar a extensão da imunidade a assessores, o partido cita publicações, e não uma decisão formal da procuradora. A acusação foi publicada na conta de Benjamin Netanyahu na rede X.
