Tutor Intelligence capta US$ 75 milhões em rodada Series B
A startup de robótica Tutor Intelligence, de Watertown (EUA), captou US$ 75 milhões em rodada Série B liderada pela Andreessen Horowitz, elevando seu capital total a US$ 117 milhões.
Pontos principais
- A rodada Série B de US$ 75 milhões foi liderada pela Andreessen Horowitz; com ela, o capital total captado pela empresa chega a US$ 117 milhões.
- Union Square Ventures, que liderou a Série A, e Neo, que liderou a rodada seed, também participaram.
- Os recursos vão para o treinamento de modelos de fundação para robôs e para a fabricação e implantação dos robôs Sonny e Cassie.
- A Tutor vende o trabalho dos robôs por hora ou por item separado, sem compra antecipada e sem contrato de longo prazo, e cuida da implantação e da manutenção.
- Segundo a empresa, seus robôs estão em quase quatro vezes mais instalações do que há um ano.
- Quase um terço das organizações que receberam robôs da Tutor nos últimos 12 meses já eram clientes e instalaram mais robôs.
- A meta é ter mais de 1.000 robôs sob contrato até o fim de 2027, todos construídos e implantados nos Estados Unidos.
- Os robôs trabalham em grandes redes de manufatura e logística dos EUA, manipulando produtos como cereais matinais, snacks, cosméticos e brinquedos.
- Os robôs contam com a participação de operadores remotos, chamados de “tutores”, e as tarefas que executam geram dados para treinar os modelos.
- A Tutor foi fundada por Josh Gruenstein, CEO, e Alon Kosowsky-Sachs, a partir do MIT CSAIL, e tem sede em Watertown, Massachusetts.
A Tutor Intelligence, startup de robótica sediada em Watertown, Massachusetts (EUA), captou US$ 75 milhões em rodada Série B liderada pela Andreessen Horowitz. Segundo a empresa, cada implantação gera dados reais que treinam seus modelos de fundação, e modelos melhores permitem mais implantações. A Tutor vende o trabalho dos robôs Sonny e Cassie como mão de obra, por hora ou por item separado, e cuida da implantação, da manutenção e das atualizações de software.
O cofundador e CEO Josh Gruenstein diz que a demanda existe e que “mal conseguimos construir robôs com rapidez suficiente”. Os números de expansão são da própria empresa.
