Celebrações de Finados impulsionam economia agrícola na América Latina
Tradições de Finados movimentam setores de flores, panificação e agricultura em diversos países latino-americanos em 2026.
Pontos principais
- México projeta movimentação de 53 bilhões de pesos com foco em milho e flores.
- Brasil estima crescimento de 5,2% nas vendas de flores para o período.
- Ceagesp prevê comercializar quase 466 mil unidades de flores, gerando R$ 8,96 milhões.
- Países como Guatemala, Peru e Equador registram alta demanda por ingredientes para pratos tradicionais.
As celebrações de Finados e do Dia de Todos os Santos em 2026 consolidam-se como um motor econômico relevante para a agricultura e o comércio na América Latina. No México, a festividade deve movimentar 53 bilhões de pesos, impulsionada pela alta procura por milho e flores. De forma semelhante, o Brasil projeta um crescimento de 5,2% nas vendas do setor florista, com a Ceagesp estimando uma receita de R$ 8,96 milhões apenas com a comercialização de flores em suas feiras de outubro.
Além do setor de flores, a tradição estimula a economia local através da panificação artesanal e da produção de ingredientes típicos. Na Guatemala, o preparo do fiambre destaca-se como patrimônio cultural, enquanto no Peru, Equador e Bolívia, a demanda por pães tradicionais e insumos como farinha e açúcar aquece o mercado. Essas práticas culturais mantêm cadeias produtivas ativas, reforçando a importância econômica das homenagens aos mortos em toda a região.
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