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Petrobras aumenta preço do querosene de aviação em 7,2%

A Petrobras elevou o preço do querosene de aviação para distribuidoras em 7,2%, um reajuste de R$ 0,45 por litro, vigente desde 1º de novembro.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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01/11 às 12:31, atualizado 16:31

Pontos principais

  • O reajuste de 7,2% entrou em vigor no dia 1º de novembro.
  • O aumento representa um acréscimo de R$ 0,45 por litro em relação ao mês anterior.
  • A Petrobras justifica a alta pela valorização das cotações internacionais do combustível.
  • Tensões geopolíticas no Oriente Médio e a redução da capacidade de refino na Rússia e Ucrânia pressionam os preços.
  • A empresa utiliza uma fórmula paramétrica contratual para realizar ajustes mensais e reduzir a volatilidade.
  • Este é o segundo reajuste consecutivo, após uma alta de 11,76% aplicada em outubro.
  • A estatal afirma que o preço do QAV no Brasil permanece competitivo frente ao mercado global.

A Petrobras anunciou um reajuste de 7,2% no preço médio de venda do querosene de aviação (QAV) para as distribuidoras, que entrou em vigor no dia 1º de novembro. O aumento representa um acréscimo de R$ 0,45 por litro em comparação aos valores praticados no mês anterior. Este movimento ocorre logo após um reajuste de 11,76% aplicado em outubro, refletindo a continuidade da pressão sobre os custos do setor aéreo.

Segundo a estatal, a decisão foi motivada pela alta das cotações internacionais do combustível. A empresa aponta que o cenário é influenciado diretamente pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio e pela redução da capacidade de refino em países como Rússia e Ucrânia, fatores que impactam a oferta global de derivados de petróleo.

Para gerenciar essas oscilações, a Petrobras utiliza uma fórmula paramétrica contratual que atua como um mecanismo de amortecimento de curto prazo. A companhia reforçou que, apesar do novo aumento, os preços praticados no mercado brasileiro mantêm-se competitivos em relação aos benchmarks internacionais. O impacto do combustível nos custos operacionais das companhias aéreas brasileiras tem sido significativo, com a participação do item subindo de 30% para mais de 45% desde o início dos conflitos na região do Oriente Médio.

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