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Rendezvous Robotics capta US$ 20 milhões para espaçonaves modulares

A Rendezvous Robotics, de Golden (EUA), captou US$ 20 milhões para desenvolver espaçonaves modulares que se montam sozinhas em órbita, sem o limite de tamanho das coifas dos foguetes.

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Foto: payloadspace.com
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31/10 às 01:48

Pontos principais

  • Rodada seed de US$ 20 milhões, a primeira precificada da empresa, com demanda acima da oferta; a avaliação não foi divulgada.
  • Lideraram a rodada a MaC Venture Capital e a Toyota Ventures; também participaram a University of Michigan Endowment, a Astera, a Industrious Ventures, a Humbition e a NextView Ventures.
  • Segundo a empresa, a coifa dos foguetes limita energia, computação, tamanho de antenas e dissipação de calor antes do lançamento; a proposta é lançar peças que se montam em órbita.
  • A empresa descreve módulos hexagonais de cerca de um metro, com sensores e processamento próprios, que usam campos eletromagnéticos para se unir no vácuo.
  • Em novembro de 2026, voos parabólicos testarão a atuação eletromagnética e a mobilidade dos módulos em microgravidade.
  • Em dezembro de 2026, 32 módulos da quinta geração da TESSERAE devem se montar sozinhos em estrutura tridimensional na ISS, como demonstração final da pesquisa anterior.
  • A missão orbital, não antes de abril de 2028, levará sete módulos independentes em carona reservada, sem foguete ou anfitrião divulgados.
  • Gerações anteriores da TESSERAE voaram no New Shepard, da Blue Origin, e em duas missões à ISS.
  • Os recursos vão para a próxima geração de naves, demonstrações em voo e ampliação da equipe.
  • O CEO Joe Landon afirma que a tecnologia permitiria substituir peças danificadas em órbita; megawatts de potência e grandes antenas são apresentados como visão, não como capacidade demonstrada.

A Rendezvous Robotics, sediada em Golden, no Colorado (EUA), captou US$ 20 milhões em rodada seed liderada pela MaC Venture Capital e pela Toyota Ventures. Segundo a empresa, as coifas dos foguetes forçam escolhas entre energia, computação, antenas e dissipação de calor antes do lançamento; a proposta é lançar satélites em peças que se montam em órbita.

A tecnologia vem de quase uma década de pesquisa da TESSERAE, criada por Ariel Ekblaw no MIT e desenvolvida no Aurelia Institute, que ela fundou. Em novembro de 2026, voos parabólicos testarão a atuação eletromagnética dos módulos em microgravidade. Em dezembro, 32 módulos devem se montar sozinhos na Estação Espacial Internacional (ISS).

A missão orbital, não antes de abril de 2028, levará sete módulos independentes em carona reservada, sem foguete ou anfitrião divulgados. Eles devem se unir em uma nave, se separar e se remontar sem ajuda robótica externa. O CEO Joe Landon afirma que a tecnologia permitiria substituir peças danificadas em órbita; megawatts de potência e grandes antenas são visão, não capacidade demonstrada.

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