Comandante da OTAN defende integração de drones e IA nas forças armadas
O almirante Pierre Vandier afirma que tecnologias como drones e IA devem complementar as capacidades militares tradicionais da aliança.
Pontos principais
- O almirante Pierre Vandier defende a combinação de sistemas não tripulados com forças convencionais.
- Exercícios militares na Letônia testaram a eficácia de IA e guerra eletrônica em cenários reais.
- O Canadá lançou a Defence Drone Initiative para modernizar suas forças e fomentar a indústria local.
- O governo canadense projeta elevar os gastos com defesa para 5% do PIB até 2035.
O comandante supremo da transformação da OTAN, almirante Pierre Vandier, defendeu que países membros, incluindo o Canadá, integrem drones e inteligência artificial aos seus sistemas militares tradicionais. Segundo o oficial, essas tecnologias devem atuar como um complemento estratégico para aumentar a eficácia operacional e a sobrevivência das tropas em campo, em vez de substituir as capacidades militares convencionais. A declaração foi feita após a realização de exercícios militares na Letônia, onde novas tecnologias de guerra eletrônica e sistemas autônomos foram testados em condições reais de combate.
Para acompanhar essa modernização, o governo canadense oficializou a Defence Drone Initiative, focada em fornecer equipamentos de ponta para as forças armadas e fortalecer a base industrial de defesa do país. O plano de longo prazo do Canadá inclui um aumento significativo nos investimentos do setor, com a meta de atingir 5% do PIB em gastos militares até 2035, cujos detalhes orçamentários devem ser apresentados no ciclo de 2026-27.
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