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Mistral AI libera pesos do Le Chonk, focado em codificação e cibersegurança

A francesa Mistral AI liberou os pesos do Le Chonk, modelo de 1 trilhão de parâmetros com licença que libera uso comercial, exceto para quem oferece o modelo como serviço.

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Foto: x.com
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29/10 às 11:40, atualizado 12:34

Pontos principais

  • O Le Chonk, ou Mistral Large 4, tem 1 trilhão de parâmetros, é multimodal e fala com fluência mais de 160 idiomas.
  • Licença Mistral Ecosystem Open-Weight (MIT modificada): uso, modificação e comercialização livres, exceto para quem oferece o modelo como Model-as-a-Service, que precisa de licença comercial.
  • No Artificial Analysis Coding Agent Index, marca 48%, praticamente empatado com o GLM-5.3, usando 47% menos tokens por tarefa.
  • No Terminal-Bench 4.0 chega a 41%, 13 pontos acima da prévia, e no Artificial Analysis Cyber Index marca 51%.
  • A Mistral coloca o modelo no topo do gráfico do FrontierCode 2.0, benchmark privado da Cognition, com 19,7%.
  • Diz recusar 96,6% dos pedidos maliciosos de cibersegurança, a maior taxa que mede entre modelos abertos.
  • Variante para testes de intrusão e red team segue restrita a parceiros como a Orange Cyberdefense, com vetting e salvaguardas contratuais.
  • Preço: US$ 0,70 por milhão de tokens de entrada e US$ 2,10 por milhão de saída.
  • Empresas podem ajustar o modelo a dados e políticas próprias via Mistral Forge, por contato direto com a equipe da Mistral.
  • CrowdStrike e Rubrik descrevem testes em andamento, sem números publicados; a Booz Allen diz que o modelo igualou outros modelos de fronteira em recall de detecção de vulnerabilidades, com custo atraente.

A francesa Mistral AI liberou os pesos do Le Chonk, também chamado Mistral Large 4, modelo voltado a codificação agentica e cibersegurança que estava em prévia pública desde o início do mês.

A empresa diz que, durante a prévia, observou o modelo em tráfego ao vivo com potencial de ganho para ataques reais, e que está ajustando os guardrails nos próximos meses. Uma variante especializada em testes de intrusão segue restrita a parceiros selecionados, sob vetting e salvaguardas contratuais.

Parte dos números é autodeclarada ou vem de benchmarks privados, como o FrontierCode 2.0.

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