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Inteligência artificial domina prioridades de cibersegurança para 2027

Pesquisa da a16z com 100 CISOs aponta que 87% esperam mais gasto com cibersegurança em 2027, puxado por ameaças habilitadas por IA e pela superfície de ataque das próprias implantações de IA.

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Foto: x.com
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28/10 às 13:34, atualizado 14:10

Pontos principais

  • 87% dos CISOs esperam aumento do gasto com cibersegurança em 2027, e a maior parte do acréscimo vai para ferramentas.
  • As sete iniciativas mais citadas para 2027 envolvem IA; em 2026, a lista era liderada por gestão de exposição e vulnerabilidades e SIEM, segundo a lembrança dos entrevistados.
  • Os maiores ganhos de prioridade vão para segurança de agentes internos de IA, automação de SOC e segurança ofensiva.
  • Em produção hoje, 18% usam ferramentas de SOC com IA, e 13% usam IA em segurança ofensiva ou remediação de exposições.
  • 45% planejam compra ou upgrade de segurança para agentes internos de IA nos próximos 12 meses.
  • 63% dizem que a segurança desacelera pelo menos parte da adoção de IA.
  • Quase metade dos CISOs coloca segurança de código com IA entre as cinco principais prioridades de 2027, ante cerca de 25% em 2026.
  • A Bain estima que a IA pode comprimir uma sequência típica de ataque de cerca de quatro semanas para cerca de 18 horas.

A a16z pesquisou 100 CISOs de empresas com mais de 1.000 funcionários. A maioria ainda não tem ferramentas de IA para segurança em produção, mas muitas já testam em piloto. Ao buscar capacidades de IA, 44% começam pela plataforma de segurança que já usam, e 21% por um fornecedor nativo de IA.

Ela não informa quando foi feita nem como escolheu os CISOs, não mede se as ferramentas cumprem o que prometem e não diz quais fornecedores vão vencer. A própria a16z cita investimentos em empresas das categorias analisadas, como Armadin e Neo.

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