Heineken cresce 4,8% em volume orgânico no terceiro trimestre de 2026
A Heineken, em Amsterdã, Países Baixos, teve volume orgânico 4,8% maior no terceiro trimestre de 2026 e reiterou a projeção de lucro operacional orgânico de 2% a 6% para 2026.
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28/10 às 03:30, atualizado 10:04
Pontos principais
- Volume total subiu 4,8% no trimestre e 2,7% no acumulado do ano; o consolidado cresceu 3,9% e o licenciado, 19,5%.
- Receita líquida (beia) de €8,09 bilhões, com alta orgânica de 4,6%; a receita reportada chegou a €9,6 bilhões, 9,7% acima do mesmo período de 2025.
- Volume premium subiu 11,5%; as cinco marcas globais, 9,9%, com a Heineken em 9,7%.
- Mainstream cresceu 2,4% no trimestre, ante 0,3% no acumulado do ano; low & no-alcohol cresceu em dois dígitos.
- Bebidas além da cerveja cresceram na casa dos 15%.
- Volume por região: Ásia-Pacífico 17,3%, África e Oriente Médio 4,3%, Américas 2,1% e Europa 0,6%.
- Programa de produtividade deve gerar €500 milhões em economias brutas no ano.
- Projeção de crescimento do lucro operacional orgânico de 2% a 6% para 2026 reiterada.
- Acordo para comprar participação majoritária na Stëlz, sujeito à aprovação regulatória.
A Heineken informou, em Amsterdã, Países Baixos, que o volume orgânico subiu 4,8% no terceiro trimestre de 2026, com crescimento nas quatro regiões. A Ásia-Pacífico puxou o resultado, e as Américas voltaram a crescer, incluindo México e Brasil, sobre uma base de comparação mais fraca.
Rafa Oliveira, que assumiu a posição de CEO há poucas semanas, diz que a companhia tem bases sólidas, mas ainda não as transforma em crescimento consistente, e que o foco agora é acelerar a execução.
