Startup de robótica Machenta capta US$ 40 milhões em rodada seed
A Machenta, de Londres, no Reino Unido, captou US$ 40 milhões para desenvolver um modelo que treina robôs em simulação e os faz executar tarefas novas após uma única demonstração.
Pontos principais
- A Machenta captou US$ 40 milhões em rodada seed, co-liderada pela Creandum e pela Union Square Ventures.
- Segundo a Machenta, o modelo é treinado inteiramente em simulação, sem um único pixel de dados do mundo real.
- Em teste de estresse divulgado pela empresa, cada tarefa rodou por uma hora seguida: 74 de 74 colocações de blocos em uma tigela, 78 de 78 passagens de chave de fenda e 97 de 99 tentativas de deixar uma garrafa em pé.
- Segundo a Creandum, os fundadores são Edward Johns, que liderou o laboratório de aprendizado robótico do Imperial College London, e Vitalis Vosylius, seu doutorando mais sênior.
- Segundo a Creandum, quase todo o laboratório de pesquisa acompanhou os fundadores para a empresa.
A Machenta, de Londres, no Reino Unido, afirma que seu modelo executa uma tarefa nova logo após uma única demonstração e se adapta a variações sem treinamento adicional. Segundo a Creandum, a empresa é limitada por computação, e não pelo volume de dados reais que consegue coletar.
A Creandum diz que testou o robô, antes de investir, com objetos próprios: alguns bonés da firma, um rolo de papel e um gato da sorte chinês. Nem a Creandum nem a Machenta informam como o aporte será usado; a empresa cita como próximas etapas ampliar a experiência simulada, a capacidade do modelo e o poder computacional.
Fontes primárias
Backing Machenta: the era of Instant Robot Learning
Estamos orgulhosos de co-liderar a rodada seed de US$ 40 milhões da Machenta, ao lado da Union Square Ventures. Segundo o post (Kathi Wilhelm, 27/10/2026), o modelo da empresa é treinado inteiramente em simulação e aprende uma tarefa nova a partir de uma única demonstração, sem treinamento adicional. O fundo afirma que a Machenta é limitada por computação, não pelo volume de dados reais que consegue coletar, e que isso permite que não especialistas ensinem robôs, o que chama de 'o equivalente físico do vibe-coding'. Os fundadores são Ed Johns (Imperial College London, ex-Dyson) e Vitalis Vosylius; a Creandum diz que quase todo o laboratório de pesquisa os acompanhou para a empresa e que visitou o laboratório e testou o robô com objetos próprios antes de investir.
Introducing Instant Robot Learning
Post de lançamento da Machenta, publicado em 27/10/2026, apresentando o 'Instant Robot Learning': um modelo de fundação para robôs que aprende uma tarefa nova a partir de uma única demonstração, 'trained entirely in simulation without a single pixel of real-world training data' (treinado inteiramente em simulação, sem um único pixel de dados do mundo real). Relata um teste de estresse em que os robôs, rodando de forma contínua por uma hora em cada tarefa, completaram 74/74 colocações de blocos em uma tigela, 78/78 passagens de chave de fenda e 97/99 tentativas de deixar uma garrafa em pé. O texto não menciona a rodada de financiamento.
