Transição para baias coletivas chega a 45,1% das matrizes suínas no Brasil
A 7ª edição do Observatório Suíno, da Alianima, aponta que 45,1% das matrizes suínas no Brasil estão em baias coletivas, avanço de apenas 0,2 ponto percentual sobre o ano anterior.
Pontos principais
- Segundo a Alianima, 45,1% das matrizes suínas no Brasil estão alojadas em baias coletivas, avanço de 0,2 ponto percentual sobre o ano anterior.
- A Alianima acompanha 43 empresas com compromissos públicos de eliminar as celas de gestação no Brasil.
- 53% das empresas compradoras comprometidas não reportaram seu avanço.
- A Alianima aponta custos, financiamento e disponibilidade de fornecedores como os principais obstáculos enfrentados pelas empresas.
- O ranking de transparência avalia fornecedores e clientes.
A 7ª edição do Observatório Suíno, elaborada pela ONG Alianima, acompanha o cumprimento dos compromissos públicos de empresas que produzem e comercializam carne suína no Brasil. Segundo a organização, a transição para sistemas livres de celas de gestação avançou apenas 0,2 ponto percentual em relação ao ano anterior.
Entre os principais obstáculos enfrentados pelas empresas estão custos, financiamento e disponibilidade de fornecedores. O relatório também analisa alojamento na maternidade, enriquecimento ambiental, manejo de leitões, uso de ractopamina e de antimicrobianos, além da transparência das empresas na divulgação de seus avanços.
