Missão subaquática simula atividades espaciais na Flórida
Comandante Michaela Musilova lidera missão SEA STAR, que utiliza ambiente subaquático para testar protocolos de futuras explorações espaciais.
Pontos principais
- A missão SEA STAR ocorreu no Jules’ Undersea Lab, na Flórida.
- Participantes viveram em estado de saturação a 7 metros de profundidade por cinco dias.
- Treinamento focou em testes de tecnologia, psicologia de isolamento e protocolos de segurança.
- Equipamentos de mergulho foram usados para simular limitações de trajes espaciais.
A comandante Michaela Musilova liderou a missão SEA STAR, um projeto que utiliza o ambiente subaquático para simular atividades extraveiculares (EVAs) espaciais. Realizada no Jules’ Undersea Lab, na Flórida, a iniciativa permitiu que a equipe vivesse em estado de saturação a sete metros de profundidade durante cinco dias, testando a resiliência humana e a eficácia de novas tecnologias em condições de isolamento extremo.
Para replicar os desafios enfrentados por astronautas, os participantes utilizaram equipamentos de mergulho que mimetizam as restrições de mobilidade e visibilidade dos trajes espaciais. O uso de luvas e lanternas foi fundamental para simular a perda de destreza e as dificuldades de comunicação, fornecendo dados valiosos para o aprimoramento de protocolos de segurança e procedimentos operacionais que serão aplicados em futuras missões de exploração espacial.
