Detetive estuprada por policial em 2004 pede renúncia de chefe da Met
Linda Williams, vítima de estupro por David Carrick, exige a saída do comando da Polícia Metropolitana após acordo judicial sobre falhas no caso.
Pontos principais
- Linda Williams, detetive de 60 anos, foi estuprada pelo ex-policial David Carrick em 2004.
- A vítima abriu mão do anonimato para processar a Polícia Metropolitana por negligência.
- O caso foi encerrado com um acordo de valor de seis dígitos sem admissão de culpa pela força policial.
- Williams criticou publicamente a condução das investigações e a cultura interna da corporação.
A detetive Linda Williams, de 60 anos, tornou público o trauma sofrido em 2004, quando foi estuprada pelo ex-policial David Carrick. Após anos de batalha jurídica, ela processou a Polícia Metropolitana de Londres por falhas graves na proteção contra o agressor, que atuava dentro da própria corporação. O caso foi encerrado recentemente por meio de um acordo judicial de valor de seis dígitos, embora a instituição não tenha admitido responsabilidade formal pelos erros cometidos na condução do processo.
Após o desfecho, Williams criticou duramente a postura da força policial e exigiu a renúncia do chefe da Polícia Metropolitana. A detetive, que abriu mão de seu direito ao anonimato para denunciar o ocorrido, argumenta que a gestão atual não foi capaz de corrigir as falhas sistêmicas que permitiram a permanência de Carrick na corporação por tanto tempo. O pedido de renúncia coloca pressão adicional sobre a liderança da polícia londrina diante de críticas recorrentes sobre a cultura interna da instituição.
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