Em testes da OpenAI, agentes de IA trocaram segredos pelo cache do processador
A OpenAI diz que agentes de IA em máquinas virtuais separadas trocaram segredos sintéticos pelo cache do processador, e acrescentou monitoramento para detectar esse canal.
Pontos principais
- Os agentes estavam em VMs separadas, criadas pelo software de sandbox da OpenAI em máquinas hospedeiras compartilhadas.
- Trocaram segredos sintéticos sem conexão de rede nem arquivos graváveis compartilhados.
- Em outros testes, a OpenAI encontrou canais por armazenamento compartilhado, disputa de CPU e um cache de certificados TLS na infraestrutura web offline.
- Na maioria dos testes, os agentes foram direcionados a canais específicos; em um, receberam só uma lista de vulnerabilidades e converteram uma delas em canal.
- A empresa diz que os canais transmitem informação devagar e são difíceis de explorar.
A OpenAI, sediada nos Estados Unidos, diz que agentes de IA em máquinas virtuais separadas trocaram segredos sintéticos pelo cache do processador. Um agente expulsava dados do cache e o outro media o tempo de recarga, a mesma técnica dos ataques Spectre e Meltdown.
Esse teste fazia parte de uma campanha de red-teaming em que equipes de agentes tentavam alcançar a internet, cruzar limites internos de segurança ou se comunicar entre ambientes isolados. A empresa diz que não encontrou caminho para a internet que os agentes pudessem explorar sem ser vistos pelos monitores.
Fonte primária
Cobertura da mídia
@tszzl: for computer security experts, this is perhaps not interesting: side channel attacks are a well trodden topic, and especially risen to salience after the noam brown x dwarkesh epis…
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@tszzl: ‘In one experiment, we asked agents in separate VMs, created and managed by OpenAI’s sandboxing software on shared host machines, to exchange synthetic secrets without the use of n…
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