Tommy Robinson admite ter vigiado casas de jornalistas
O ativista Tommy Robinson confessou em tribunal ter contratado investigadores para fotografar residências de jornalistas como forma de pressão.
Pontos principais
- Stephen Yaxley-Lennon, conhecido como Tommy Robinson, enfrenta julgamento por assédio.
- O réu admitiu o uso de investigadores particulares para localizar profissionais de imprensa.
- Robinson confirmou que o objetivo das ações era exercer pressão sobre os jornalistas.
- O ativista negou que o compartilhamento de fotos de familiares dos jornalistas configurasse intimidação.
O ativista de extrema-direita Tommy Robinson, cujo nome real é Stephen Yaxley-Lennon, admitiu em seu julgamento por assédio que contratou investigadores particulares para localizar e fotografar as residências de jornalistas. O réu afirmou que a medida visava exercer pressão sobre os profissionais que cobriram seu suposto envolvimento nos distúrbios ocorridos em 2024.
Durante o depoimento, Robinson negou que suas ações, que incluíram a divulgação de imagens da esposa e da filha de um dos jornalistas, tivessem o intuito de intimidar ou praticar bullying. O caso segue em análise judicial para determinar se as táticas utilizadas pelo ativista ultrapassaram os limites legais de conduta e configuraram assédio contra os profissionais da imprensa.
