Justiça de Nova York rejeita processo de difamação contra Mariah Carey
A cantora venceu a disputa judicial movida pelo irmão, que pedia US$ 20 milhões por relatos contidos em sua autobiografia de 2020.
Pontos principais
- A juíza Leslie A. Stroth rejeitou as acusações de difamação movidas por Morgan Carey.
- O processo contestava trechos da autobiografia 'The Meaning of Mariah Carey', lançada em 2020.
- Morgan Carey alegava que o livro o retratava falsamente como um traficante de drogas violento.
- A magistrada concluiu que não houve evidências suficientes de 'malícia real' por parte da artista.
- A defesa de Morgan Carey informou que pretende recorrer da decisão judicial.
A Suprema Corte do Estado de Nova York decidiu a favor de Mariah Carey em um processo de difamação movido por seu irmão, Morgan Carey. A juíza Leslie A. Stroth rejeitou as alegações, que contestavam relatos publicados na autobiografia da cantora, 'The Meaning of Mariah Carey', lançada em 2020. No livro, a artista descreveu o irmão como um indivíduo violento e envolvido com o tráfico de drogas, o que motivou a ação judicial iniciada há cinco anos. Segundo a magistrada, o autor não apresentou provas suficientes de 'malícia real', requisito fundamental para o prosseguimento do caso.
O processo buscava uma indenização superior a US$ 20 milhões pelos danos que Morgan alegava ter sofrido devido ao conteúdo da obra. Apesar da vitória judicial da cantora, a defesa de seu irmão já sinalizou que pretende recorrer da decisão. Enquanto a disputa legal segue em trâmite, Mariah Carey mantém sua agenda profissional, incluindo apresentações confirmadas no Brasil para novembro de 2026.
