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Ex-estudante da Cornell acusa reitor de descrédito em caso de estupro

Aluna enviou carta ao senado acadêmico relatando falta de apoio do reitor Michael Kotlikoff após denúncia de estupro coletivo em 2024.

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Foto: BBC World
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20/10 às 15:02, atualizado 21:31

Pontos principais

  • Uma ex-estudante alega ter sido vítima de estupro coletivo em uma festa da fraternidade Chi Phi em outubro de 2024.
  • A aluna enviou uma carta ao corpo docente afirmando que o reitor Michael Kotlikoff questionou a demora em sua denúncia.
  • A universidade nega as acusações e afirma que o questionamento do reitor foi direcionado a terceiros.
  • O caso, inicialmente arquivado pelo promotor local, foi reaberto para novas investigações.
  • O corpo docente da Cornell agendou uma votação de desconfiança contra a gestão de Kotlikoff para o dia 28 de outubro.

Uma ex-estudante da Cornell University enviou uma carta ao senado acadêmico da instituição relatando ter se sentido desamparada e desacreditada pelo reitor Michael Kotlikoff. No documento, a jovem, que alega ter sido vítima de um estupro coletivo em uma festa da fraternidade Chi Phi em outubro de 2024, afirma que o administrador questionou a demora em sua denúncia formal. Até o momento, nenhum dos sete homens acusados pela estudante foi formalmente denunciado por crimes, embora o caso tenha sido reaberto para novas investigações após ter sido inicialmente arquivado pelo promotor local.

A administração da Cornell negou a versão apresentada pela ex-aluna, argumentando que o questionamento de Kotlikoff foi direcionado a terceiros que não utilizaram os canais de denúncias anônimas da universidade. A divulgação da carta ocorre em um momento de instabilidade política na instituição, com o corpo docente agendando uma votação de desconfiança contra a liderança de Kotlikoff para o próximo dia 28 de outubro.

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