Marco Rubio defende maior presença comercial dos EUA na Ásia Central
Secretário de Estado afirmou que países da região podem ampliar laços com Washington sem precisar romper relações comerciais com a China.
Pontos principais
- Marco Rubio promoveu a competitividade de empresas americanas em encontro no Uzbequistão.
- A estratégia busca cooperação em setores de minerais, transporte e tecnologia.
- O governo dos EUA sinalizou que não exige exclusividade diplomática ou comercial na região.
- Representantes de cinco nações da Ásia Central participaram das discussões em Samarkand.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, defendeu em Samarkand, no Uzbequistão, uma maior presença de empresas e produtos americanos na Ásia Central. Durante o encontro com representantes de cinco governos locais, o diplomata destacou o potencial de cooperação em áreas estratégicas como minerais, tecnologia e infraestrutura de transporte. A iniciativa visa fortalecer a influência econômica de Washington na região, oferecendo alternativas competitivas ao mercado global.
Rubio enfatizou que a aproximação com os Estados Unidos não exige que as nações centro-asiáticas interrompam seus laços comerciais com a China. Segundo o secretário, os países da região possuem autonomia para manter parcerias com ambas as potências, sem a necessidade de uma escolha excludente. A postura reflete uma tentativa de ampliar o alcance do capital americano em mercados emergentes, mantendo uma abordagem pragmática diante da influência chinesa já consolidada no território.
