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Senador australiano nega licença e acusa líder do partido de pressão

Jordon Steele-John contesta afastamento e alega que denúncias de má conduta contra ele são manobras políticas internas do Partido Verde.

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Foto: BBC World
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18/10 às 17:00, atualizado 19/10 às 01:31

Pontos principais

  • O senador Jordon Steele-John negou estar de licença, contrariando declarações do líder partidário David Shoebridge.
  • Sete membros do Partido Verde australiano denunciaram supostos comportamentos inadequados do senador entre 2017 e 2025.
  • Steele-John classificou as acusações como jogos políticos faccionais antes das prévias eleitorais.
  • Uma investigação interna foi iniciada e o caso foi encaminhado à Comissão Parlamentar Independente de Normas.
  • O senador afirmou que uma denúncia anterior de agressão sexual foi encerrada pela polícia sem a apresentação de queixas.

O senador australiano Jordon Steele-John negou publicamente estar de licença de suas atividades parlamentares, desafiando a versão apresentada pelo líder do Partido Verde, David Shoebridge. Enquanto Shoebridge sustenta que o senador concordou em se afastar durante o curso de uma investigação sobre alegações de má conduta, Steele-John afirma que nunca aceitou tal condição e acusa o líder partidário de exercer pressão indevida após a repercussão das denúncias.

As alegações contra o senador envolvem relatos de sete membros, atuais e antigos, do Partido Verde, que apontam comportamentos inadequados ocorridos entre 2017 e 2025. Em um comunicado de seis páginas, Steele-John refutou todas as acusações e atribuiu a movimentação a uma disputa interna entre facções do partido, classificando o processo como uma manobra política. O caso, que inclui um dossiê detalhado, está sendo apurado por uma investigação interna e foi encaminhado para análise da Comissão Parlamentar Independente de Normas.

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