MPF defende prisão preventiva de PM por morte de estudante em SP
Ministério Público Federal pede ao STJ a prisão de policial militar acusado de matar estudante de medicina após discussão em 2025.
Pontos principais
- O MPF enviou parecer ao STJ solicitando a prisão preventiva do PM Guilherme Augusto Macedo.
- O caso envolve a morte do estudante Marco Aurélio Cardenas Acosta, ocorrida em novembro de 2025.
- A vítima foi atingida por um tiro no abdômen após uma discussão sobre o retrovisor de uma viatura.
- O MPF sustenta que o estudante estava desarmado e não representava risco aos agentes no momento do disparo.
- O documento foi assinado pelo subprocurador-geral da República, José Elaeres Marques Teixeira, em 9 de outubro de 2026.
O Ministério Público Federal (MPF) manifestou-se formalmente ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) pela decretação da prisão preventiva do policial militar Guilherme Augusto Macedo. O agente é réu pela morte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, ocorrida em novembro de 2025, na cidade de São Paulo. De acordo com o parecer assinado pelo subprocurador-geral da República, José Elaeres Marques Teixeira, a medida é necessária para garantir a ordem pública diante da gravidade do episódio.
O crime teve origem em uma discussão motivada por um suposto dano ao retrovisor de uma viatura policial. Segundo as investigações citadas pelo MPF, a vítima estava desarmada e não oferecia qualquer risco aos policiais durante a abordagem, o que teria tornado o disparo no abdômen injustificado. O STJ deve agora analisar o pedido da Procuradoria para decidir se mantém o réu em liberdade ou se determina o encarceramento preventivo enquanto o processo segue em curso.
