Responsável de fato por jardim de infância na China é condenada à prisão perpétua
O Tribunal de Lanzhou, na província chinesa de Gansu, condenou em primeira instância Li Huifang, responsável de fato por um jardim de infância em Tianshui, à prisão perpétua por produzir e vender alimentos tóxicos e nocivos.
Pontos principais
- Li Huifang recebeu prisão perpétua, privação vitalícia dos direitos políticos e confisco de 500 mil yuans em bens pessoais.
- Zhu Jinglin, que exercia a direção executiva da unidade, recebeu 15 anos de prisão e multa de 300 mil yuans.
- Quatro integrantes da equipe de cozinha foram condenados a penas de seis a oito anos de prisão, com multa.
- Segundo o tribunal, Li e Zhu orientaram a cozinha a misturar matérias-primas de origem não alimentar à comida de crianças e funcionários.
- A corte considerou o caso de circunstâncias especialmente graves, e a sentença não nomeia a substância usada.
O Tribunal Popular Intermediário de Lanzhou, na província chinesa de Gansu, proferiu na tarde de 16 de outubro a sentença de primeira instância contra seis réus por produção e venda de alimentos tóxicos e nocivos. Segundo o tribunal, Li Huifang, responsável de fato pelo Jardim de Infância Hèshí Péixīn, em Tianshui, foi condenada à prisão perpétua, à privação vitalícia dos direitos políticos e ao confisco de 500 mil yuans em bens pessoais. Zhu Jinglin, que exercia a direção executiva da unidade, recebeu 15 anos de prisão e multa de 300 mil yuans.
Quatro integrantes da equipe de cozinha receberam penas de seis a oito anos de prisão, com multa. Segundo o tribunal, Li e Zhu, responsáveis pela gestão da unidade, orientaram a cozinha a misturar aos alimentos servidos a crianças e funcionários matérias-primas de origem não alimentar, o que causou graves consequências.
A corte considerou as circunstâncias especialmente graves. A sentença não identifica a substância misturada aos alimentos.
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