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Engenheiro da OpenAI é preso acusado de instalar gravador em sala da empresa

Nos Estados Unidos, o engenheiro da OpenAI Abdulrahman Alfozan foi preso em 9 de outubro, acusado de instalar um gravador numa sala de reuniões da empresa em San Francisco.

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Foto: NYTimes World
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15/10 às 00:01, atualizado 07:01

Pontos principais

  • Alfozan, cidadão saudita de 35 anos, é engenheiro da OpenAI desde julho de 2025.
  • Um gravador foi instalado por volta de 28 de setembro na porta USB da TV de uma sala executiva da empresa em San Francisco e encontrado em 30 de setembro, segundo o Departamento de Justiça dos EUA.
  • A OpenAI concluiu que o aparelho estava escondido em papel higiênico e que seu conteúdo estava criptografado.
  • Em 5 de outubro, uma bolsa deixada por Alfozan em outra sala continha um segundo gravador semelhante ao primeiro.
  • Antes disso, segundo o Departamento de Justiça, ele consultou uma ferramenta de produtividade sobre endereços, salas de reunião, agendas e localizações de executivos.
  • Uma conta de chatbot ligada à esposa, com identificadores em comum com a dele, recebeu entre 24 e 30 de setembro pedidos para construir e instalar um gravador de áudio contínuo.
  • Pena máxima, se condenado: 5 anos de prisão, multa de US$ 250 mil e 3 anos de liberdade supervisionada.

O engenheiro Abdulrahman Alfozan foi preso nos Estados Unidos e acusado de usar um dispositivo para interceptar comunicações orais. Segundo o diretor do FBI, Kash Patel, ele teria escondido o aparelho numa sala executiva da OpenAI para captar conversas sobre a tecnologia de superinteligência da empresa.

Segundo o Departamento de Justiça, câmeras de segurança o mostram perto da sala em várias datas, sem autorização para participar das reuniões. A denúncia foi tornada pública em 13 de outubro, numa audiência em tribunal federal, e o FBI segue investigando. A conduta é apresentada como alegação, sem condenação registrada.

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