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Startup indiana Scimplify capta US$ 25 milhões para expandir produção

A Scimplify, de Bengaluru, na Índia, captou US$ 25 milhões na rodada liderada pela Hitachi Ventures e vai destinar US$ 7,5 milhões à expansão de sua produção nos Estados Unidos.

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Foto: TechCrunch
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14/10 às 08:32, atualizado 09:45

Pontos principais

  • Rodada de US$ 25 milhões, toda em equity, liderada pela Hitachi Ventures; Henkel e Teknor Apex, que são clientes, entraram como novos investidores.
  • O total de capital próprio captado chega a US$ 80 milhões; a empresa não divulgou o valuation, que uma pessoa familiarizada com a negociação situa em US$ 250 milhões após o aporte.
  • Receita anualizada de cerca de US$ 200 milhões, o triplo do ano anterior, segundo o cofundador Sachin Santhosh; a empresa é EBITDA-positiva há dois meses e espera ter lucro após impostos ainda neste mês.
  • Em alguns projetos, o prazo entre o pedido do cliente e a entrega caiu de 12 a 18 meses para dois meses, segundo Santhosh, que ressalva que os prazos variam conforme o projeto.
  • Receita nos Estados Unidos de cerca de US$ 60 milhões, ante US$ 10 milhões um ano antes; o país responde por cerca de 30% dos negócios.
  • Energia, eletrônicos e defesa somam 45% a 50% da receita, ante menos de 15% um ano antes.
  • O Scinode usa agentes de IA para pesquisa, fabricação e controle de qualidade sobre uma rede de mais de 500 fábricas parceiras; cerca de 90% da produção atual acontece na Índia.
  • A empresa planeja ampliar a produção para os Estados Unidos e o Japão no próximo ano, com meta de US$ 400 milhões de receita anualizada no mesmo prazo.
  • Da rodada, US$ 7,5 milhões vão para a expansão nos Estados Unidos e US$ 2 milhões para o Scinode.

A Scimplify, de Bengaluru, na Índia, fundada em 2023, usa agentes de inteligência artificial para coordenar a fabricação de produtos químicos e materiais em uma rede de fábricas parceiras. Segundo o cofundador Sachin Santhosh, a empresa desenvolve os processos de produção em laboratórios próprios em Bengaluru e Hyderabad e depois os transfere às fábricas, que fazem a produção em escala comercial. Entre os clientes estão a japonesa TDK, a alemã BASF e a Hitachi, e a empresa diz ter atendido mais de 1.000 clientes em mais de 40 países.

O objetivo declarado é oferecer fontes alternativas para materiais cuja oferta depende fortemente da China, como tungstênio derivado de sucata e terras raras. A empresa tem cerca de 340 funcionários, incluindo cerca de 70 cientistas, a maioria na Índia, e equipes nos Estados Unidos, no Japão, na Indonésia e nos Emirados Árabes Unidos.

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