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Nova York planeja banir carruagens puxadas por cavalos até 2028

O Conselho Municipal de Nova York avalia projeto que proíbe a operação de carruagens puxadas por cavalos a partir de 1º de junho de 2028, com apoio do prefeito Zohran Mamdani.

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Foto: G1 Mundo
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14/10 às 11:32, atualizado 14:15

Pontos principais

  • O projeto Int. 943-2026, apresentado em 11 de junho de 2026, proíbe novas licenças e encerra a operação em 1º de junho de 2028.
  • A proposta conta com o apoio do prefeito Zohran Mamdani e da presidente da Câmara Municipal, Julie Menin.
  • O texto exige destinação humanizada para os cavalos, vedando venda ou transferência para abate ou outros negócios do setor.
  • O Departamento de Proteção ao Consumidor e Trabalhadores deverá criar um programa de transição profissional para os condutores.
  • A discussão ganhou força após um acidente fatal envolvendo uma carruagem em junho de 2026.
  • Sindicatos do setor criticam a proposta, alegando falta de compensações financeiras adequadas para os trabalhadores afetados.

O Conselho Municipal de Nova York mantém em tramitação o projeto Int. 943-2026, que visa encerrar a indústria de carruagens puxadas por cavalos na cidade. Apresentada em 11 de junho de 2026 pelo vereador Christopher Marte, a medida proíbe a emissão de novas licenças e estabelece o fim definitivo das operações para 1º de junho de 2028. A iniciativa conta com o respaldo do prefeito Zohran Mamdani e da presidente da Câmara, Julie Menin, sendo impulsionada por preocupações de segurança após um acidente fatal ocorrido em junho de 2026.

A proposta estabelece diretrizes rígidas para a transição, exigindo que o Departamento de Proteção ao Consumidor e Trabalhadores desenvolva um programa de requalificação profissional para os condutores. Além disso, o projeto veda a venda ou transferência dos cavalos para abate ou para outras atividades comerciais de tração animal. Embora o governo municipal defenda a medida como uma forma de garantir a segurança dos animais e dos trabalhadores, sindicatos do setor manifestaram críticas, apontando a ausência de compensações financeiras adequadas para os profissionais impactados pela proibição.

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