Microsoft nega planos de corte de custos na unidade Azure
Empresa refutou relatos sobre redução de 20% nos gastos da divisão de nuvem e reforçou compromisso com investimentos em infraestrutura.
Pontos principais
- A Microsoft negou que a liderança do Azure tenha ordenado cortes de custos de 20%.
- A companhia classificou os relatos como imprecisos e parte de planejamentos operacionais padrão.
- O gasto de capital da empresa segue em trajetória de alta, com projeção de US$ 175 bilhões para 2027.
- Relatos de clientes indicaram restrições pontuais na disponibilidade de recursos de nuvem no Reino Unido e Irlanda.
A Microsoft negou oficialmente os relatos de que estaria planejando cortes de custos de 20% em sua unidade de nuvem, o Azure. A empresa afirmou que as informações são imprecisas e explicou que a elaboração de cenários de mercado, tanto positivos quanto negativos, faz parte de sua operação regular de planejamento estratégico.
O posicionamento ocorre em um momento de expansão acelerada do gasto de capital da companhia, que saltou de US$ 55,7 bilhões em 2024 para US$ 145,3 bilhões em 2026, com estimativas de atingir US$ 175 bilhões em 2027. Apesar da negativa sobre os cortes, usuários da plataforma no Reino Unido e na Irlanda relataram recentemente dificuldades na disponibilidade de recursos de nuvem, levantando questionamentos sobre a capacidade da infraestrutura atual frente à demanda crescente.
