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Microsoft nega planos de corte de custos na unidade Azure

Empresa refutou relatos sobre redução de 20% nos gastos da divisão de nuvem e reforçou compromisso com investimentos em infraestrutura.

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Foto: datacenterdynamics
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14/10 às 12:32

Pontos principais

  • A Microsoft negou que a liderança do Azure tenha ordenado cortes de custos de 20%.
  • A companhia classificou os relatos como imprecisos e parte de planejamentos operacionais padrão.
  • O gasto de capital da empresa segue em trajetória de alta, com projeção de US$ 175 bilhões para 2027.
  • Relatos de clientes indicaram restrições pontuais na disponibilidade de recursos de nuvem no Reino Unido e Irlanda.

A Microsoft negou oficialmente os relatos de que estaria planejando cortes de custos de 20% em sua unidade de nuvem, o Azure. A empresa afirmou que as informações são imprecisas e explicou que a elaboração de cenários de mercado, tanto positivos quanto negativos, faz parte de sua operação regular de planejamento estratégico.

O posicionamento ocorre em um momento de expansão acelerada do gasto de capital da companhia, que saltou de US$ 55,7 bilhões em 2024 para US$ 145,3 bilhões em 2026, com estimativas de atingir US$ 175 bilhões em 2027. Apesar da negativa sobre os cortes, usuários da plataforma no Reino Unido e na Irlanda relataram recentemente dificuldades na disponibilidade de recursos de nuvem, levantando questionamentos sobre a capacidade da infraestrutura atual frente à demanda crescente.

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