JPMorgan eleva preço-alvo das ações da Eneva para R$ 36
O banco reiterou a recomendação de compra para a Eneva, citando redução no custo de capital e valor agregado por aquisições recentes.
Pontos principais
- O preço-alvo da Eneva para 2027 subiu de R$ 32 para R$ 36.
- A revisão foi impulsionada por uma queda de 100 pontos-base no custo de capital próprio.
- Cerca de 80% do Ebitda da companhia está garantido por margens fixas até 2029.
- Fusões e aquisições recentes adicionaram R$ 2 bilhões em valor presente líquido.
- Contratos de 790 MW da EPP aguardam definição regulatória com potencial de R$ 3,6 bilhões.
O JPMorgan reiterou a recomendação de compra para as ações da Eneva (ENEV3), mantendo o ativo como uma das principais escolhas do banco no setor elétrico. A instituição elevou o preço-alvo da companhia para o final de 2027 de R$ 32 para R$ 36, refletindo uma redução de 100 pontos-base no custo de capital próprio, que passou para 9% em termos reais. O otimismo dos analistas é sustentado pela previsibilidade financeira da empresa, dado que aproximadamente 80% do seu Ebitda está protegido por margens fixas até 2029.
Além da estabilidade operacional, o banco destacou que as novas estimativas incorporam cerca de R$ 2 bilhões em valor presente líquido provenientes de fusões e aquisições recentes realizadas pela companhia. O cenário positivo pode ser ampliado por contratos de 790 MW da EPP, que atualmente aguardam uma decisão regulatória. Caso aprovados, esses projetos possuem potencial para gerar R$ 3,6 bilhões em valor presente líquido, consolidando a perspectiva de crescimento da Eneva nos próximos anos.
