Exclusão do Reino Unido da lei 'Made in Europe' prejudica setor automotivo
Presidente da ACEA alerta que isolar o Reino Unido da nova legislação industrial europeia enfraquecerá a competitividade do setor automotivo regional.
Pontos principais
- Ola Källenius, presidente da ACEA, criticou a exclusão do Reino Unido da lei 'Made in Europe'.
- A medida visa proteger a indústria europeia da concorrência externa.
- Källenius argumenta que a integração industrial entre o bloco e o Reino Unido é essencial para a força do setor.
- O executivo afirma que a exclusão prejudicará fabricantes em ambos os lados do Canal da Mancha.
O presidente da Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA), Ola Källenius, manifestou preocupação com a exclusão do Reino Unido da legislação industrial 'Made in Europe'. Segundo o executivo, que também lidera a Mercedes-Benz, a decisão de isolar o mercado britânico das novas normas de proteção industrial é um erro estratégico que enfraquecerá a competitividade do setor automotivo em toda a região europeia.
A legislação 'Made in Europe' foi desenhada para fortalecer a produção local e combater a crescente concorrência externa ao bloco. No entanto, Källenius defende que a interdependência das cadeias de suprimentos automotivas entre a União Europeia e o Reino Unido torna a exclusão prejudicial para ambos os lados. O alerta reforça a necessidade de uma abordagem mais integrada para garantir a resiliência da indústria automobilística diante dos desafios globais de mercado.
