Clubes de futebol buscam patrocínios de cripto após crise da pandemia
Clubes europeus recorreram a empresas de criptomoedas para recuperar receitas perdidas durante a pandemia, visando credibilidade e alcance global.
Pontos principais
- A pandemia de Covid-19 causou prejuízos financeiros aos clubes de futebol devido à falta de público nos estádios.
- O mercado de criptoativos saltou de US$ 160 bilhões para US$ 2 trilhões entre 2020 e 2021, impulsionando investimentos no esporte.
- Empresas como a Bitpanda firmaram parcerias com gigantes como Milan, Bayern de Munique, PSG e Arsenal.
- A proibição de marcas de apostas na frente das camisas da Premier League a partir de 2026 deve atrair novos anunciantes digitais.
- A volatilidade do mercado de ativos digitais trouxe complexidade e riscos crescentes para essas parcerias comerciais.
A crise financeira provocada pela pandemia de Covid-19 forçou clubes de futebol europeus a buscarem novas fontes de receita para compensar a ausência de torcedores nos estádios. Nesse cenário, o setor de criptomoedas emergiu como um parceiro estratégico, aproveitando um período de valorização explosiva que elevou o mercado de ativos digitais de US$ 160 bilhões para US$ 2 trilhões entre 2020 e 2021. Marcas como a Bitpanda associaram-se a potências como Bayern de Munique e Paris Saint-Germain para consolidar credibilidade e ampliar seu alcance global.
Atualmente, a relação entre o esporte e o setor cripto enfrenta desafios devido à desaceleração do mercado de ativos digitais, exigindo maior cautela dos clubes. No entanto, o setor segue como uma alternativa relevante para o futuro do patrocínio esportivo. Com a proibição de marcas de apostas na parte frontal das camisas da Premier League prevista para a temporada 2026/2027, clubes devem abrir espaço para novos anunciantes, mantendo as empresas de tecnologia e ativos digitais como potenciais substitutas no mercado publicitário.
