BP estima dívida líquida de US$ 13,5 bi a 14,5 bi e baixas de até US$ 4,5 bi
A BP projeta dívida líquida entre US$ 13,5 bilhões e US$ 14,5 bilhões no fim do terceiro trimestre e prevê baixas contábeis de US$ 3 bilhões a US$ 4,5 bilhões, após impostos, em negócios de transição.
Pontos principais
- Dívida líquida no fim do terceiro trimestre entre US$ 13,5 bilhões e US$ 14,5 bilhões, ante US$ 22,3 bilhões no segundo.
- A soma de dívida líquida, títulos híbridos, arrendamentos e passivos do acordo do Golfo do México deve cair entre US$ 9 bilhões e US$ 10 bilhões frente ao segundo trimestre.
- Imparidades pós-impostos entre US$ 3 bilhões e US$ 4,5 bilhões, principalmente em negócios de transição do segmento de gás e baixo carbono, excluídas do lucro subjacente.
- Margem de refino (RIM) média de US$ 46,7 por barril no terceiro trimestre, ante US$ 29,6 no segundo.
- Brent médio de US$ 96,99 por barril no terceiro trimestre, ante US$ 103,85 no segundo.
- Resultados do terceiro trimestre em 30 de outubro; atualização estratégica em 15 de dezembro, em Nova York.
A petroleira britânica BP publicou à SEC uma prévia dos números do terceiro trimestre de 2026. Entre os fatores que movimentam a dívida no período, a companhia cita o resgate de US$ 1 bilhão em títulos híbridos feito em 30 de setembro, impostos pagos cerca de US$ 1 bilhão maiores, liberação de capital de giro de US$ 0 a 1 bilhão e capex de cerca de US$ 3 bilhões.
As imparidades pós-impostos devem aparecer no resultado do trimestre e ficam fora do lucro subjacente da companhia. A BP afirma que os valores não são uma estimativa dos resultados e podem variar com a finalização do relatório financeiro, previsto para 30 de outubro.
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