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Think tank chinês alerta contra postura de confronto no Ártico

Relatório sugere que China deve evitar embates com pacto de segurança entre EUA, Dinamarca e Groenlândia para manter influência na região polar.

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Foto: SCMP - China
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09/10 às 10:34

Pontos principais

  • O National Institute of Strategic Studies de Xangai publicou alerta sobre a diplomacia chinesa no Ártico.
  • O documento foca no novo pacto de segurança entre Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia.
  • Especialistas chineses temem que uma postura agressiva resulte na exclusão do país da ordem regional emergente.
  • O relatório avalia como improvável que os Estados Unidos transformem o Ártico em um domínio estratégico exclusivo.

Um relatório do National Institute of Strategic Studies da Universidade Jiao Tong de Xangai recomendou que o governo chinês adote uma postura cautelosa no Ártico. O documento alerta que confrontos diretos em relação ao novo pacto de segurança firmado entre Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia podem isolar Pequim das discussões sobre a governança da região polar. A análise sugere que a cooperação é o caminho mais viável para garantir a participação chinesa na ordem emergente do Ártico.

Além disso, o estudo avalia que, apesar da crescente presença militar e diplomática americana, é improvável que Washington consiga transformar o Ártico em um "quintal estratégico exclusivo". O think tank defende que a China deve focar em manter canais de diálogo abertos para evitar retaliações geopolíticas. A estratégia visa assegurar que os interesses econômicos e científicos do país não sejam prejudicados pela crescente tensão entre as potências globais na região.

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