Bancada feminina da Câmara defende atuação suprapartidária
Deputadas articulam pautas comuns, como reserva de cadeiras no Legislativo, para ampliar a representatividade feminina a partir de 2027.
Pontos principais
- A bancada feminina manterá atuação suprapartidária apesar das divisões ideológicas no país.
- Deputadas debatem a reserva de cadeiras para mulheres, com propostas que variam entre 30% e 50% das vagas.
- A representação feminina na Câmara crescerá de 90 para 109 parlamentares a partir de 2027.
- O grupo prioriza o aumento de verbas para o combate à violência contra a mulher e o incentivo ao empreendedorismo feminino.
A bancada feminina da Câmara dos Deputados reafirmou o compromisso de manter uma atuação suprapartidária, buscando consenso em pautas prioritárias apesar das divergências ideológicas. Entre as principais propostas em debate está a implementação de uma reserva de cadeiras para mulheres no Legislativo, com parlamentares como Jack Rocha (PT-ES) e Soraya Santos (PL-RJ) defendendo percentuais que variam entre 30% e 50% das vagas disponíveis.
A partir de 2027, a bancada ganhará força com o aumento de 90 para 109 deputadas, embora o cenário ainda apresente desafios, como a ausência de mulheres eleitas em estados como Piauí, Roraima e no Distrito Federal. Além da reforma política, o grupo foca na destinação de recursos orçamentários para o combate à violência de gênero e no fortalecimento de políticas públicas voltadas ao empreendedorismo feminino no Brasil.
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