Dona de spa em Nova York admite uso de Botox falsificado
Klara Shuster declarou-se culpada por contrabandear Botox falsificado que causou botulismo em uma cliente em Nova York.
Pontos principais
- Klara Shuster importou ilegalmente produtos rotulados incorretamente da Ásia.
- A proprietária confessou ter aplicado o Botox falsificado em clientes de seu spa.
- Uma cliente contraiu botulismo após receber o procedimento com o produto ilícito.
- Shuster declarou-se culpada em tribunal federal por conspiração e contrabando.
Klara Shuster, proprietária de um spa médico em Nova York, declarou-se culpada em um tribunal federal por conspiração para cometer contrabando e outras acusações relacionadas à aplicação de substâncias falsificadas. A ré, também identificada como Klara Chrzuszcz, admitiu ter importado ilegalmente Botox vindo da Ásia, que não possuía a devida rotulagem ou aprovação para uso clínico nos Estados Unidos.
O caso ganhou repercussão após uma das clientes de Shuster desenvolver botulismo, uma condição grave causada pela toxina presente no produto aplicado. A confissão da proprietária encerra parte do processo judicial que investigava a origem dos insumos utilizados no estabelecimento e os riscos impostos à saúde dos pacientes que frequentavam o local.
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