Jornalistas denunciam assédio policial em protesto na Índia
Manifestantes exigem a renúncia do chefe da comissão eleitoral indiana após denúncias de irregularidades e repressão policial em protesto.
Pontos principais
- Jornalistas relataram casos de assédio sexual cometidos por policiais durante manifestação.
- O protesto foi organizado pelo grupo Cockroach Janta Party contra a revisão dos registros eleitorais.
- Críticos alegam que o processo de revisão favorece o partido do primeiro-ministro Narendra Modi.
- Reportagem apontou divergências internas entre comissários eleitorais em 14 ocasiões recentes.
- Líderes da oposição pedem a renúncia do chefe da comissão eleitoral, identificado como Kumar.
Jornalistas que cobriam uma manifestação na Índia denunciaram casos de assédio sexual por parte de policiais durante o ato. O protesto, organizado pelo grupo Cockroach Janta Party, pedia a renúncia do chefe da comissão eleitoral, identificado como Kumar, em meio a controvérsias sobre a integridade do processo de revisão dos registros de eleitores no país.
A mobilização foi motivada por uma reportagem que revelou divergências internas na comissão, onde comissários teriam sido excluídos de decisões importantes em pelo menos 14 ocasiões. Enquanto a oposição acusa o governo de Narendra Modi de manipular os registros para obter vantagens políticas, a Comissão Eleitoral defende que as alterações visam apenas remover entradas duplicadas ou inelegíveis do sistema.
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