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China rebate críticas de legislador dos EUA sobre lojas da Starbucks

Pequim negou acusações de abusos em Xinjiang após pedido americano para que a Starbucks encerre operações na região chinesa.

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Foto: SCMP - China
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04/10 às 05:31

Pontos principais

  • O governo chinês refutou exigências de um legislador dos EUA para o fechamento de lojas da Starbucks em Xinjiang.
  • Pequim classificou as alegações de abusos de direitos humanos contra a população uigur como falsas.
  • O Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que as acusações de genocídio são uma mentira.
  • Autoridades chinesas alegam que as críticas possuem motivações políticas contra o país.

O governo da China rebateu formalmente as críticas feitas por um legislador americano, que solicitou o fechamento de novas unidades da Starbucks instaladas na região de Xinjiang. Em resposta, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, negou veementemente qualquer violação de direitos humanos contra a população uigur local, classificando as denúncias de genocídio como uma mentira fabricada.

Além de refutar as alegações, Pequim acusou o grupo responsável pelas críticas de utilizar o tema para promover ataques políticos contra o país. O governo chinês sustenta que a presença de empresas estrangeiras na região é legítima e que as acusações internacionais carecem de fundamento factual, servindo apenas a interesses geopolíticos contrários aos de Pequim.

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