Starbucks enfrenta críticas por abrir novas lojas em Xinjiang
A expansão da rede de cafeterias na região chinesa de Xinjiang gerou reações negativas de autoridades americanas e grupos de direitos humanos.
Pontos principais
- A Starbucks inaugurou duas novas unidades em Urumqi, capital de Xinjiang, na última terça-feira.
- A região é alvo de denúncias internacionais sobre abusos contra a minoria muçulmana uigur.
- O deputado americano John Moolenaar classificou a decisão da empresa como moralmente indigna.
- O governo chinês nega as acusações de violações de direitos humanos na região.
- Em 2025, a Starbucks vendeu o controle de suas operações na China para o fundo Boya Capital.
A Starbucks inaugurou duas novas unidades em Urumqi, capital da região de Xinjiang, na China, na última terça-feira. A expansão da rede provocou críticas imediatas de autoridades americanas e grupos de defesa dos direitos humanos, que apontam a região como palco de abusos sistemáticos contra a minoria muçulmana uigur, incluindo denúncias de trabalho forçado e detenções arbitrárias.
O deputado John Moolenaar, presidente do Comitê da Câmara dos Representantes dos EUA sobre a China, classificou a abertura das lojas como uma decisão moralmente indigna. Em contrapartida, o governo chinês refuta as acusações internacionais, sustentando que suas políticas locais visam apenas o desenvolvimento econômico. Vale ressaltar que, em 2025, a Starbucks transferiu a participação majoritária de suas operações chinesas para o fundo Boya Capital, alterando a estrutura de gestão da marca no país.
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