Justiça concede direito de resposta a Tarcísio contra propaganda de Haddad
Juíza determinou que campanha de Haddad deve exibir resposta de Tarcísio após associação indevida do candidato ao escândalo do Banco Master.
Pontos principais
- A Justiça Eleitoral de São Paulo autorizou o direito de resposta de Tarcísio de Freitas.
- A decisão ocorreu após propaganda de Fernando Haddad associar Tarcísio a uma suposta máfia.
- A juíza Claudia Fonseca Fanucchi entendeu que o uso do termo extrapolou os limites eleitorais.
- Não há provas de repasses diretos do Banco Master para a campanha de Tarcísio.
- O tema das doações de campanha permanece permitido, desde que dentro dos limites legais.
A Justiça Eleitoral de São Paulo concedeu direito de resposta ao candidato Tarcísio de Freitas após considerar que uma propaganda de Fernando Haddad utilizou termos indevidos. A juíza Claudia Fonseca Fanucchi determinou a medida por entender que a associação de Tarcísio ao escândalo do Banco Master, rotulado na peça publicitária como uma "máfia", extrapolou os limites da crítica política permitida no pleito.
A defesa de Haddad sustentou que a propaganda se baseava em fatos públicos, incluindo doações de campanha feitas por pessoas ligadas à instituição financeira. Contudo, a magistrada ressaltou que não existem evidências de repasses diretos do banco ao candidato ou de participação de Tarcísio nas operações da entidade. Apesar da decisão, a Justiça manteve a permissão para que o tema das doações e vínculos políticos continue sendo explorado pelos adversários, desde que respeitados os limites legais da propaganda eleitoral.
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