Marca de azeite Graza contrata Lazard para avaliar venda
A startup de azeite Graza contratou o banco Lazard para explorar uma possível venda, buscando um valuation entre US$ 450 milhões e US$ 600 milhões.
Pontos principais
- A Graza busca um múltiplo de 15x a 20x sobre um EBITDA anual de US$ 30 milhões.
- Fundada em 2022 por Andrew Benin, a marca se destacou pela inovação no formato de embalagens squeeze.
- A empresa projeta triplicar suas vendas brutas de 2024, que atingiram US$ 48 milhões.
- A startup é considerada um caso de alta eficiência de capital, tendo levantado menos de US$ 3 milhões de investimento externo.
- Em 2025, a companhia foi avaliada em US$ 240 milhões, valor que pode mais que dobrar com a transação atual.
- A marca está presente em mais de 28 mil pontos de venda, incluindo redes como Whole Foods, Target e Costco.
A Graza, startup conhecida por popularizar o azeite de oliva em embalagens flexíveis, deu início a um processo para explorar uma possível venda. A empresa contratou o banco de investimento Lazard para conduzir as negociações, mirando um valuation que pode chegar a US$ 600 milhões. O movimento ocorre após um período de crescimento acelerado, no qual a marca se consolidou como líder na categoria de azeites premium no varejo norte-americano.
O sucesso da Graza é frequentemente citado como um modelo de eficiência operacional no setor de bens de consumo. Com apenas US$ 3 milhões captados em venture capital, a empresa alcançou uma escala significativa, impulsionada por uma estratégia de marketing orgânico e pela inovação no formato de uso do produto. Apesar do interesse de mercado, relatos recentes apontam tensões internas sobre a direção estratégica da marca entre os fundadores e a liderança de crescimento, que discute o futuro da companhia em meio a ofertas de aquisição.
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