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Criminosos vendem vídeos de abuso infantil no Telegram via PIX

Investigação revela esquema de venda de conteúdo ilegal de abuso sexual infantil utilizando o TikTok como vitrine e o Telegram para transações.

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Foto: G1 - Economia
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26/09 às 03:30

Pontos principais

  • Criminosos utilizam o TikTok para atrair interessados e direcioná-los a grupos privados no Telegram.
  • Pacotes de vídeos são comercializados a partir de R$ 10, com pagamentos via PIX e criptomoedas.
  • A Polícia Federal destaca que o uso do PIX facilita o rastreamento e a identificação dos envolvidos.
  • Legislação sancionada em agosto de 2026 aumentou o rigor das penas para crimes de exploração sexual infantil.
  • Plataformas afirmam manter sistemas de moderação para remover conteúdos ilegais e banir contas infratoras.

Uma investigação revelou um esquema criminoso que utiliza o TikTok como vitrine para promover e comercializar pacotes de vídeos contendo abuso sexual infantil. Os interessados são direcionados para grupos privados no Telegram, onde o conteúdo é vendido a partir de R$ 10, com pagamentos aceitos via PIX e criptomoedas. A Polícia Federal alerta que a utilização do sistema de pagamentos instantâneos deixa rastros financeiros que podem ser cruciais para a identificação e responsabilização dos envolvidos na rede de exploração.

O cenário de combate a esses crimes foi reforçado por uma nova lei sancionada em agosto de 2026, que endureceu as penas para a produção, venda e posse de material de violência sexual contra crianças e adolescentes. Em resposta às denúncias, o TikTok e o Telegram declararam que possuem sistemas de moderação ativos para remover conteúdos ilegais e banir contas que infrinjam as diretrizes das plataformas.

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