Criminosos vendem vídeos de abuso infantil no Telegram via PIX
Investigação revela esquema de venda de conteúdo ilegal de abuso sexual infantil utilizando o TikTok como vitrine e o Telegram para transações.
Pontos principais
- Criminosos utilizam o TikTok para atrair interessados e direcioná-los a grupos privados no Telegram.
- Pacotes de vídeos são comercializados a partir de R$ 10, com pagamentos via PIX e criptomoedas.
- A Polícia Federal destaca que o uso do PIX facilita o rastreamento e a identificação dos envolvidos.
- Legislação sancionada em agosto de 2026 aumentou o rigor das penas para crimes de exploração sexual infantil.
- Plataformas afirmam manter sistemas de moderação para remover conteúdos ilegais e banir contas infratoras.
Uma investigação revelou um esquema criminoso que utiliza o TikTok como vitrine para promover e comercializar pacotes de vídeos contendo abuso sexual infantil. Os interessados são direcionados para grupos privados no Telegram, onde o conteúdo é vendido a partir de R$ 10, com pagamentos aceitos via PIX e criptomoedas. A Polícia Federal alerta que a utilização do sistema de pagamentos instantâneos deixa rastros financeiros que podem ser cruciais para a identificação e responsabilização dos envolvidos na rede de exploração.
O cenário de combate a esses crimes foi reforçado por uma nova lei sancionada em agosto de 2026, que endureceu as penas para a produção, venda e posse de material de violência sexual contra crianças e adolescentes. Em resposta às denúncias, o TikTok e o Telegram declararam que possuem sistemas de moderação ativos para remover conteúdos ilegais e banir contas que infrinjam as diretrizes das plataformas.
Comentários
Carregando comentários...
