Montadoras pressionam Trump por restrições a veículos chineses
Coalizão de montadoras pede a Trump que impeça a entrada de carros e tecnologias chinesas no mercado americano antes de cúpula com Xi Jinping.
Pontos principais
- Entidades como Ford, GM, Toyota e Volkswagen assinaram carta pedindo restrições contra veículos chineses.
- O setor cita riscos de segurança nacional e ameaças econômicas como justificativa para o bloqueio.
- A pressão ocorre dias antes de uma cúpula entre Donald Trump e Xi Jinping em Washington.
- Empresas buscam transformar em lei a proibição permanente de tecnologias de veículos conectados da China.
Uma coalizão formada pelas principais montadoras e fornecedores do setor automotivo, incluindo Ford, General Motors, Toyota e Volkswagen, enviou uma carta ao presidente Donald Trump solicitando o endurecimento das restrições contra a entrada de veículos e tecnologias chinesas nos Estados Unidos. O grupo argumenta que a presença de carros da China representa riscos significativos à segurança nacional e ameaças à estabilidade econômica do mercado americano, pressionando o Congresso para que a proibição de tecnologias de veículos conectados seja transformada em lei permanente.
O movimento ocorre às vésperas de uma cúpula entre Trump e o presidente chinês Xi Jinping, prevista para a próxima semana em Washington. Embora Trump tenha sinalizado anteriormente que permitiria a operação de montadoras chinesas em solo americano sob a condição de uso de mão de obra local, o setor automotivo busca uma postura mais rígida. A expectativa é que a gigante chinesa BYD integre a delegação de negócios que acompanhará Xi, elevando a tensão sobre o futuro das políticas comerciais entre as duas potências.
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