Sobreviventes processam espólio de Jeffrey Epstein por material de abuso
Duas mulheres buscam a criação de um programa para identificar vítimas cujas imagens estariam na coleção de material de abuso sexual de Epstein.
Pontos principais
- Ação judicial foi movida no tribunal distrital dos EUA para o distrito sul de Nova York.
- Processo mira Darren Indyke e Richard Kahn, coexecutores do espólio de Jeffrey Epstein.
- Autoras solicitam um sistema oficial para notificar indivíduos cujas imagens foram abusadas.
- Defesa dos executores alega que eles desconheciam os crimes durante o período de trabalho.
Duas mulheres, identificadas como sobreviventes de crimes cometidos por Jeffrey Epstein, protocolaram uma nova ação judicial contra o espólio do falecido financista no distrito sul de Nova York. O processo alega que Epstein mantinha uma vasta coleção de material de abuso sexual infantil e busca uma ordem judicial para que os coexecutores do espólio, Darren Indyke e Richard Kahn, estabeleçam um programa formal de identificação e notificação das vítimas cujas imagens foram registradas.
A iniciativa visa garantir que indivíduos cujas imagens sexualizadas possam estar entre os arquivos de Epstein sejam devidamente informados sobre a existência desse material. Em resposta, os advogados de Indyke e Kahn declararam que seus clientes não tinham conhecimento das atividades ilícitas de Epstein enquanto atuavam como administradores de seus bens. O caso levanta novas questões sobre a gestão do legado de Epstein e a responsabilidade de seus representantes legais em lidar com as evidências remanescentes de seus crimes.
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