Presidente da EDF alerta para perda de competitividade energética no Reino Unido
Altos custos de energia impactam empresas britânicas e executivo da EDF pede reformas para acelerar investimentos em infraestrutura.
Pontos principais
- Custos de gás e eletricidade para empresas subiram 25% desde fevereiro devido a tensões no Oriente Médio.
- A EDF está construindo duas usinas nucleares para atender 6 milhões de residências.
- A empresa defende mudanças no licenciamento para acelerar novos projetos de energia.
- O setor de energia é apontado como estratégico para a competitividade e o avanço da inteligência artificial no país.
O presidente da EDF no Reino Unido, Alex Chisholm, alertou que a escalada nos preços de energia compromete a competitividade das empresas britânicas. Desde fevereiro, os custos de gás e eletricidade para o setor corporativo registraram um aumento de 25%, impulsionados pela instabilidade geopolítica no Oriente Médio. Segundo o executivo, a disponibilidade de energia a preços acessíveis é um pilar fundamental para a economia nacional e para o desenvolvimento de tecnologias de inteligência artificial.
Para mitigar a dependência de combustíveis fósseis, a EDF mantém investimentos em usinas nucleares capazes de abastecer milhões de residências. Contudo, a companhia defende uma revisão urgente nas regras de planejamento e licenciamento para agilizar a construção de novas infraestruturas. A empresa também reforçou seu compromisso ambiental ao investir cerca de £ 1 bilhão em medidas de proteção à biodiversidade marinha em suas instalações operacionais.
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