Biometria da palma da mão ganha força como nova aposta de segurança
Tecnologia que lê padrões de veias na palma da mão promete maior precisão e segurança do que a biometria facial para pagamentos e acessos.
Pontos principais
- A biometria palmar utiliza sensores infravermelhos para mapear veias e o fluxo sanguíneo.
- A taxa de falsa aceitação da tecnologia é inferior a 0,0000001%, segundo dados da Tencent.
- Empresas como Tencent, TREEAL e Positivo desenvolvem soluções para terminais de pagamento.
- O sistema já é aplicado em redes de varejo na China e testado no metrô de Brasília.
A indústria de cibersegurança está migrando o foco da biometria facial para a leitura da palma da mão, uma tecnologia que analisa o formato da mão, as linhas da pele e, principalmente, o padrão das veias abaixo da superfície. Ao utilizar sensores infravermelhos para detectar a hemoglobina, o método torna a falsificação extremamente difícil, oferecendo uma camada adicional de proteção em comparação aos sistemas atuais de reconhecimento facial.
O avanço é impulsionado por empresas como Tencent, TREEAL e Positivo, que buscam integrar a solução em terminais de pagamento e sistemas de controle de acesso. Com uma taxa de falsa aceitação inferior a 0,0000001%, a tecnologia já é uma realidade em redes como a 7-Eleven na China e começou a ser avaliada no Brasil, onde passou por testes no metrô de Brasília em 2025.
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