Rússia e Ucrânia mantêm ataques a infraestruturas após fala de Trump
Apesar do anúncio de uma suposta trégua energética pelo presidente Donald Trump, ambos os países continuaram com ofensivas aéreas contra alvos estratégicos.
Pontos principais
- Donald Trump afirmou que uma trégua energética teria sido alcançada entre os dois países.
- Autoridades russas e ucranianas negaram a existência ou a eficácia de um acordo formal.
- A Rússia lançou cerca de 200 drones contra Kiev, atingindo postos de gasolina e infraestrutura portuária.
- A Ucrânia respondeu com ataques a uma refinaria em Syzran e fábricas de drones em Taganrog e Oryol.
- O Kremlin condicionou a trégua à suspensão de sanções contra o setor energético russo.
- O governo ucraniano exige garantias concretas de reciprocidade para cessar as operações.
- Apesar de elogios retóricos à proposta de Trump, as ações militares seguem intensas em ambos os lados.
Apesar da recente declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a existência de uma trégua energética entre Rússia e Ucrânia, o conflito na região intensificou-se nesta terça-feira. Ambos os países mantiveram ataques aéreos contra infraestruturas críticas, ignorando a sugestão de cessar-fogo. A Rússia realizou uma ofensiva com cerca de 200 drones contra Kiev e outras cidades, resultando em duas mortes e danos significativos a postos de combustível e instalações portuárias.
Em resposta, as forças ucranianas atingiram uma refinaria de petróleo em Syzran, além de unidades de produção de drones localizadas em Taganrog e Oryol. Embora representantes de Moscou e Kiev tenham manifestado apoio retórico à ideia de uma trégua, ambos os lados impuseram condições rigorosas para a viabilização de um acordo. Enquanto o Kremlin exige o fim das sanções ao seu setor energético, a Ucrânia condiciona qualquer pausa nas hostilidades a garantias formais de que a Rússia interromperá seus ataques contra o sistema elétrico nacional.
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