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Juiz federal bloqueia novamente inclusão do nome de Trump no Kennedy Center

Magistrado decidiu que a tentativa do conselho de renomear o centro de artes cênicas viola ordem judicial e exige autorização do Congresso.

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Foto: Politico White House
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15/09 às 13:31 · atualizado 14:32

Pontos principais

  • O juiz federal Christopher R. Cooper barrou a inclusão do nome de Donald Trump no Kennedy Center pela segunda vez.
  • A decisão judicial reafirma que apenas o Congresso dos EUA possui autoridade para alterar o nome da instituição.
  • O conselho do centro, agora composto por aliados de Trump, tentava contornar uma proibição imposta pela corte em maio.
  • A ação foi movida pela deputada Joyce Beatty, que contestou a legalidade da manobra administrativa.

O juiz federal Christopher R. Cooper determinou que a nova tentativa do conselho do Kennedy Center de incluir o nome do presidente Donald Trump no edifício é ilegal. O magistrado classificou a manobra como uma tentativa de contornar uma ordem judicial anterior, emitida em maio, que já havia proibido a renomeação do centro de artes cênicas. Segundo a decisão, qualquer alteração no nome da instituição, que homenageia o ex-presidente John F. Kennedy, requer obrigatoriamente a aprovação do Congresso norte-americano.

A disputa ocorre em um momento de mudança na governança da instituição, após Trump assumir a liderança do conselho e nomear aliados para cargos estratégicos. O advogado da deputada Joyce Beatty, autora da ação, celebrou a decisão como uma vitória contra medidas que ignoram o devido processo legal. O conselho do centro, que planeja reformas no local, ainda não indicou se buscará novos recursos ou se tentará submeter a proposta ao Legislativo.

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