Fragata russa dispara sinalizadores contra helicóptero dinamarquês
O Comando de Defesa da Dinamarca (Forsvarskommandoen) relatou que uma fragata russa disparou sinalizadores contra um helicóptero militar em águas internacionais perto de Gedser, e o governo classificou a ação como imprudente.
Pontos principais
- Uma fragata russa disparou dois sinalizadores contra um helicóptero Fennec da força aérea dinamarquesa.
- O incidente ocorreu durante uma missão de rotina para fotografar a embarcação russa no Mar Báltico.
- A aeronave sobrevoava águas internacionais próximas à cidade de Gedser, no sul da Dinamarca.
- Segundo o Forsvarskommandoen (Comando de Defesa dinamarquês), o disparo ocorreu por volta das 23h02 de 14 de setembro, horário local, e um dos sinalizadores passou a curta distância do helicóptero.
- A primeira-ministra Mette Frederiksen condenou o episódio, classificando-o como uma tentativa de intimidação.
- O governo dinamarquês descreveu a manobra russa como uma ação imprudente e perigosa.
- O Forsvarskommandoen define sinalizadores como artefatos pirotécnicos normalmente usados como sinal de atenção no mar.
- O Kremlin não se manifestou oficialmente sobre o ocorrido, e o Forsvarskommandoen também disse não ter, por ora, comentários adicionais.
Uma fragata russa disparou dois sinalizadores contra um helicóptero militar Fennec da Dinamarca por volta das 23h02 de 14 de setembro, horário local, enquanto a aeronave realizava uma missão de rotina de fotodocumentação da embarcação no Mar Báltico, segundo comunicado do Forsvarskommandoen (Comando de Defesa dinamarquês). O incidente aconteceu em águas internacionais, nas proximidades da cidade de Gedser, no extremo sul do território dinamarquês.
A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, condenou publicamente a manobra, classificando a conduta como imprudente e uma tentativa de intimidação contra as forças militares do país. O Forsvarskommandoen confirmou que um dos sinalizadores passou a curta distância do helicóptero e descreveu sinalizadores como artefatos pirotécnicos normalmente usados como sinal de atenção no mar.
Este episódio é visto por líderes europeus como parte de uma série de provocações e incursões atribuídas à Rússia no espaço aéreo e marítimo do Báltico. O Kremlin não se manifestou oficialmente sobre o ocorrido, e o Forsvarskommandoen afirmou não ter, por ora, comentários adicionais além do relato inicial.
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